"E eu não tenho medo. Medo de me doar.
De começar de novo. E me entregar.
Todo novo começo, mesmo que seja de algo que já começou, é novo.
Todo novo começo, vem do fim de outro começo. E e s t o u.
No novo começo do antigo de novo. E tô feliz.
O coração anda cheio de suspiros. E os olhos cheios de cores.
Aqueles sintomas. Do novo. De novo. Delícia!
- O que têm aqui dentro, das conchas das minhas mãos, é todo seu. Toda sua."













