sei nada dessa coisa entranhada do meu ser de dentro (…)
(...) e a cólera de saber que tudo me possui
e ao mesmo tempo nada,
que nada em mim é permanência, vínculo,
tudo se adere ao circulo, tudo é a mesma linha
que se estende, tudo é tangente, tudo esta colado a mim.
Dentro de mim, sagrado descontentamento."
(Rútilos, pág 15 e 16- Hilda Hilst)












